it is the unknown we fear when we look upon death
and darkness, nothing more.

Aqui é um espaço pra idéias.
Não se perca ao entrar no meu infinito particular.
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Oh, pretty thing.
domingo, 11 de abril de 2010, 07:37

Se teu cabelo aparece-me
separa-me então de ti.
Corrente dourada,
fel humano, ouro pálido.
O riso contido, a mão a esconder.
Tenho tanto a dizer
fazer
conhecer.
Se te observo, olho,
irradias então
aura de saber
desconhecido poder
Um sabor impossível
Um abraço irreconhecível
Posso te amar?
Um aceno bastaria
minha total calmaria.
Música de mim
confunde-me se puder
esconda-me se quiser
Fique até meu fim
é o que te peço
Mesmo que não possas
que não saibas
que não sejas
Milagre existencial
perfeição desigual
amor atemporal.
Congelaria-me a alma
a negação dos teus lábios.
Soneto que não quero perder,
por mais que vá custar.
Momento parado no tempo, só pra mim e pra você.
sem querer,
saber, conhecer.
Apenas por pertencer.
Meu pertence é seu bem-querer.
Não é só a alma,
quisera eu.
Reviro a mente,
o estômago;
equilíbrio já não tenho.
De que me serve
se junto a ti terei meu apoio?
Base é teus braços,
teu sorriso, teu sabor.
Se não te amo, quero-te,
e esse querer consome a mim
cada vez mais.
Amar-te é meu nirvana;
és minha droga,
meu não-pudor,
meu sem-querer
e mal saber.
Sorria; ilumine.
Let me hold you in my arms,
my little princess.
Meu coração de vidro
anseia pelo teu mais que nunca.
Me deixe esconder nos teus olhos,
no escuro da tua alma,
no claro da tua pupila.
A textura do teu cabelo
é por onde meus dedos querem andar;
deixa-me lhe acariciar.