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it is the unknown we fear when we look upon death
and darkness, nothing more.
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Semana que vem
segunda-feira, 28 de setembro de 2009, 12:40
A gente se acostuma a sofrer e a reclamar da vida, do trânsito, da comida, do barulho, do horário, do vizinho, da música, da novela, do café, do vento. É comum a gente reclamar e odiar alguma coisa, desde a nossa aparência até o sapato que sua mãe compra pra você. É tão comum que quando essa sensação passa, você não sabe o que fazer. Você pára e pensa: pera aí, do que eu reclamo agora? antes de perceber que não há nada do que reclamar, e que agora só há do que agradecer. O problema é fazer isso. Estamos tão acostumados a reclamar que esquecemos como aproveitar. Tá frio? Aproveita pra ver um filme bom embaixo das cobertas. Tá muito quente? Aproveita pra brincar com água. É difícil ser feliz, a gente sabe. Mas o pior de tudo é que difícil querer ser feliz. E é isso que mais me atrapalha. Eu posso ter tudo necessário para uma boa vida, para sorrisos de manhã, mas não consigo alcançar isso. É como se eu procurasse o erro, sabe? Minha vida é um eterno jogo dos sete erros. Todos me falam que eu mesma me afundo. Eu provoco meu enterro. Não é por querer. Ou às vezes é, sei lá. Só queria ser mais leve, de bem com a vida, feliz, animada. Sem me esforçar em encontrar o lado ruim, sabe? Pessimismo já é ruim. Nessa escala é horrível. Mas ok, sem pressa. Eu tenho a vida toda, não é mesmo? E quem sabe eu ainda veja que eu não tenho todo o tempo do mundo e resolva agir. Ah, são tantas as suposições... É como diria Pitty: Diga sempre tudo o que precisa dizer; arrisque mais pra não se arrepender. Nós não temos todo o tempo do mundo e o mundo já faz muito tempo. O futuro é o presente e o presente já passou. A hora de viver é AGORA. ![]() |
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